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from MicroRyo

Retro-Restaurationen müssen noch etwas warten

Eigentlich wollte ich dieses Jahr meinen Amiga 2000 restaurieren und den iMac Bondi Blue. Aber das kann ich für dieses Jahr abhaken. Ich erwarte einiges an Ausgaben, besonders für den Amiga.

Auch ein iBook in Key Lime wartet noch. Da wird wohl ein Akku fällig sein. Genau wie bei einem MacBook Pro SR. Dennoch werde ich mir den iBook mal anschauen. Dieser könnte bis auf den Akku durchaus noch funktionieren. Lediglich die Software muss umgekrempelt werden denke ich, denn darauf wurde OS X installiert. Ob ich das originale MacOS 9 drauf mache wird sich zeigen.

Der iMac hingegen dürfte Probleme mit dem integrierten Röhrenmonitor bekommen. Die Kondensatoren machen mir Sorgen. Letztlich werde ich aber schauen was zu tun ist. Aber ich gehe davon aus dass ich dieses Jahr höchstens den iBook ohne Akku oder den iMac mit sehr sehr viel Glück instandsetzen kann.

Für den Amiga ist nun also 2021 vorgesehen. Definitiv ist da das bekannte Problem des verbauten Akkus für die Uhr vorhanden. Da ist das Board korrodiert. Also rechne ich mit einigen hundert Euro, für Ersatzteile. Die Preise sind abartig hoch für jedes Teil. Außerdem brauche ich dann noch diverse Sachen wie ein SD-Karten-Adapter um sie(!) auch tatsächlich vernünftig nutzen zu können. Mal sehen. Zum Glück habe ich noch einen VGA-Monitor und der Adapter ist auch vorhanden. So denn… Ihr müsst noch warten. Ich kann es selbst kaum abwarten.

 
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from MicroRyo

Pokémon Festival 2020. Virtuell. Yay!

Endlich gibt es ein virtuelles Pokémon Festival. Endlich muss man nicht tausende Kilometer mit dem Flugzeug anreisen um an diesem epischen Event teilzunehmen. Vielleicht sollte das immer so gemacht werden. Wäre umweltfreundlicher, wie so viele Dinge. Videokonferenz und virtuelle Treffen werden hoffentlich das neue normal. Logo: ©2020 Niantic, Inc. ©2020 Pokémon. ©1995-2020 Nintendo / Creatures Inc. / GAME FREAK inc.

Naja, jedenfalls ist es soweit. Heute um 10 Uhr MESZ geht es los. Der Artikel wird aktualisiert während des Festes, wenn ich mal irgendwie Luft bekomme. Ansonsten gibt es spätestens am Montag morgen ein Resümee. Let's Go… Epische Pokémon, ich bin bereit für euch. Hat ja auch €16.99 gekostet euch treffen zu könnnen.

Samstag

[2020-07-25 Sa 08:57]: Vorhin kam eine Benachrichtigung. Der globale Team-Chat steht zur Verfügung. Natürlich ging der nicht. Die Seite ist nicht funktionsfähig. Niantic. Bin mal gespannt ob das nicht zur Katastrophe wird heute. Ich schneide mal die Bastelvorlagen aus. Deko!

[2020-07-25 Sa 10:25]: Whoa, da geht was ab. Ich glaube ich habe keine Zeit mehr … Wahnsinn

[2020-07-25 Sa 13:55]: Also das hat sich jetzt schon gelohnt. Habe so viele neue Pokémon bekommen. Inklusive Kaumalat. Mal sehen was sonst noch so kommt. Aber das ist auch purer Stress. Im Sekundentakt fangen, entwickeln… Das ist wirklich schon fordernd. Naja wer Pokémon-Meister werden will muss sich halt anstrengen ;)

Sonntag

[2020-07-26 So 09:38]: Gestern war es richtig stressig. Immerhin bekommt man für das Geld etwas geboten. Deshalb gab es auch keinen weiteren Eintrag. Heute könnte es ähnlich aussehen. Team Rocket ist aufgetaucht. Mal sehen. Pokémon-Kämpfe könnten heute im Mittelpunkt stehen. Habe auch noch schöne Deko bei mir angebracht, haha. Musste sein. GO-Fest 2020 macht Spaß bisher. Und das ist ja bei einem Spiel die Hauptsache. Yay! PS: Das Update hier erscheint verzögert. Das Blog ist nicht erreichbar momentan.

[2020-07-26 So 12:09]: Okay, also nach schlimmen Bugs scheint es jetzt zu gehen. Hoffe es bleibt jetzt spielbar. PS: Server für mein Blog immer noch down… groar. Spielen die auch Pokémon oder warum dauert das schon uber 8 Stunden?

[2020-07-26 So 13:35]: Yay! Die Hauptaufgaben habe ich abgeschlossen. Giovanni ist besiegt: Achtung SPOILER: Es gibt dafür ein Victini. Übrigens guckt mal in die Stickers. Da dürftet ihr einiges bekommen haben. Damit sind die Hauptaufgaben abgeschlossen. Jetzt noch viele Pokémon fangen um Bonbons zu horten.

Ende

[2020-07-27 Mo 15:05]: Ich fand das Event super! Jetzt folgen 3 Spezialwochen, dank der Community, die diese für alle Spieler freigeschaltet hat. Dass das Blog jetzt erst aktualisiert wurde, hängt daran dass bis jetzt der Provider nicht erreichbar war. Hmmm. Doch lieber auf Github posten? Mal schauen…

 
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from rmr

A UFRJ, universidades e escolas pelo país vêm anunciando, emergencialmente, a adesão a plataformas de ensino à distância. É preocupante que a universidade opte por aderir a essas plataformas privadas de ensino, especificamente Google e Microsoft, ignorando a capacidade técnica da universidade.

Na última década, intensificou-se o desmonte da universidade e consequente diminuição das verbas destinadas ao custeio, atingindo, entre outros, a manutenção de sua infraestrutura tecnológica. As gestões das universidades e suas unidades passaram a, acriticamente, terceirizar seus parques informacionais (no uso de e-mails, office, nuvem, entre outros), à revelia da legislação e sem contratos ou licitação (na verdade existe um contrato e uma série de termos no aceite do uso do software), em sua grande maioria Google e Microsoft [1].

O modelo de negócios dessas empresas é a coleta massiva de dados dos/as usuários/as, que ajuda a formar perfis, inicialmente para vendas de propaganda direcionada para outras empresas. Hal Varian, um dos principais economistas da Google comentou: “por que a Google disponibiliza produtos de graça...? Qualquer coisa que aumente o uso da internet, em última instância, enriquece a Google [...]. E como a previsão e a análise são tão cruciais para o Google AdWords, qualquer bit de dados, mesmo que aparentemente trivial, tem valor comercial” [2].

A forma apressada e oportunista de implementação de métodos EaD de qualquer forma, apesar da precária infraestrutura do país, além da exclusão digital (que não se resolverá com a distribuição de chips) [3], põe em risco a autonomia universitária e a soberania do país, quando não há controle sobre os dados (sensíveis ou não, sem distinção no processo de coleta dos dados) e o fim que será dado a eles, sob custódia de empresas estrangeiras (normalmente radicadas nos EUA) e com amplo histórico de desrespeito a usuários/as e à soberania de países [4].

Estamos abrindo mão de décadas de investimento público (vide Rede Nacional de Pesquisas – RNP e Serpro). Estamos obrigando servidores/as e alunos/as a “assinarem” um contrato individual com essas empresas, já que é obrigatória a criação de contas para utilizar suas plataformas.

Existe uma imensa ignorância acerca do uso dessas tecnologias de informação. Um fetiche de que o uso da internet forma um paraíso utópico e sem fronteiras, onde a lei do “mundo real” não se aplica. Se há algo disponível, basta acessar e usar. Infelizmente a realidade não se apresenta desta forma. Gestores/as estão aceitando contratos ao usar esses softwares, sem o devido estudo e conhecimento, sem contrapartida, aderindo de maneira ingenua a gratuidade fornecida (paga-se com os dados fornecidos, origem de seus lucros), sem garantia ou política de preservação ou privacidade dos dados de usuários/as, sem informá-los/as de maneira transparente que eles/as terão de assinar contratos individuais para o uso das plataformas [5].

O uso dessas plataformas retira a autonomia de docentes e técnicos/as sobre o modelo de trabalho oferecido, e qualquer possibilidade de interferência da universidade na modificação e proposição de funcionalidades. É usar o que está disponível ou não usar. A limitação geográfica, o uso pelo Governo dos EUA através de seus bloqueios político-comerciais, pode impedir o acesso destas tecnologias a países parceiros do Brasil ou da universidade, atacando frontalmente a soberania [6].

Gestores/as têm argumentado que o uso, por enquanto, é temporário e que pode ser revisto mais tarde. Este argumento não é real. Uma vez treinados/as nas encantadoras plataformas oferecidas pelas empresas, não haverá motivação de servidores/as para esta reversão. Além do mais, é conhecida a tática de “vendor lock-in” [7], tornando-se difícil a interoperabilidade e retirada de dados dessas plataformas, gerando uma alta dependência tecnológica informacional.

Devido à natureza coletora de dados desses softwares (que é o fim delas), o controle do trabalho técnico e docente passa a ser uma de suas funcionalidades oferecidas, onde cada acesso pode ser monitorado, servindo como política de controle de produtividade. Lembremos novamente que não temos como influir num modelo de software que não foi proposto, contratado ou mantido por nós (seremos simples usuários/as de um produto contratado já pronto).

Não podemos nos esquecer também, que perdemos oportunidades de troca com o que a universidade já oferece de projetos e cursos de tecnologia. Ao longo da existência da Superintendência de TIC da UFRJ, e mesmo antes com contribuição do NCE e outras unidades, muitas foram as parcerias com alunos/as através de bolsas, com destaques na área de segurança da informação (através do Grupo de Resposta a Incidentes de Segurança – GRIS [8]) e desenvolvimento de software (destaque para os/as bolsistas do SIGA), com acúmulo de conhecimento tanto para a administração quanto para os/as estudantes. Com o corte de bolsas e o uso de plataformas fechadas, fica impossível a troca entre a universidade e sociedade, com a possível melhoria de nossos softwares informacionais a nossa realidade local, nos tornando meros/as consumidores/as de tecnologias pelas quais não teremos o menor controle e autonomia.

Portanto, as unidades e conselhos devem aprovar o uso de plataformas locais, hospedadas e fornecidas pela universidade ou outros entes como a Rede Nacional de Pesquisa (RNP). É preciso exigir o mínimo investimento em infraestrutura, e que se aproveite a mão de obra presente nas TICs das universidades, além de renovação do quadro e concursos para a área. É preciso fortalecer uma rede nacional onde as universidades compartilhem experiências locais e possamos de maneira colaborativa oferecer tecnologias, infraestrutura e conhecimentos adquiridos para que nossas necessidades sejam atendidas.

Muitos softwares já são livres para uso irrestrito e disponibilizados, a exemplo do ConferênciaWeb da RNP e o Moodle (oferecido pelo NCE à comunidade), que já é amplamente conhecido pela comunidade universitária, além de softwares de comunicação, e-mail e nuvem de arquivos (oferecidos pela TIC).

Precisamos garantir que nossa infraestrutura seja aprimorada com investimentos e que seja utilizada e incentivada de maneira autônoma e independente pela universidade.

Rafael Raposo Analista de TI da UFRJ


Notas

  1. Veja em https://educacaovigiada.org.br, uma iniciativa de acadêmicos/as e membros de organizações sociais que visa alertar sobre o avanço da lógica de monetização de grandes empresas intituladas pelo acrônico GAFAM (Google, Apple, Facebook, Amazon e Microsoft) sobre a educação pública brasileira. Disponibiliza dados da pesquisa intitulada Capitalismo de Vigilância e a Educação Pública do Brasil com a intenção de incentivar um debate na sociedade em relação aos impactos sociais da vigilância.

  2. Secret of googlenomics: data-fueled recipe brews profitability”, Wired, 22 maio 2009, disponível em: https://www.wired.com/2009/05/nep-googlenomics/

  3. Quarentena e apartheid tecnológico: Brasil não fez da Internet objeto de política pública, Sputink BR, 22 abril 2020, disponível em https://br.sputniknews.com/opiniao/2020042115485499-quarentena-e-apartheid-tecnologico-brasil-nao-fez-da-internet-objeto-de-politica-publica/

  4. PRISM (programa de vigilância), 19 julho 2020, disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/PRISM_%28programa_de_vigil%C3%A2ncia%29

  5. “As leis da Califórnia vão reger todas as disputas que surgirem com relação a qualquer um destes termos, dos termos adicionais específicos do serviço ou qualquer serviço relacionado, mesmo se houver conflito nas regras das leis. Essas disputas serão resolvidas exclusivamente nos tribunais federais ou estaduais do condado de Santa Clara, Califórnia, EUA, e você e o Google concordam com a jurisdição pessoal nesses tribunais.” Termos de Serviço do Google, 31 março 2020, disponível em: https://policies.google.com/terms?hl=pt-BR#toc-problems

  6. Google bloqueia Analytics em Cuba, Estadão, 21 junho 2012, disponível em: https://link.estadao.com.br/noticias/geral,google-bloqueia-analytics-em-cuba,10000035408

  7. Vendor lock-in é quando alguém é essencialmente forçado a continuar usando um produto ou serviço, independentemente da qualidade, porque não é prático mudar esse produto ou serviço, 22 julho 2020, disponível em: https://www.cloudflare.com/learning/cloud/what-is-vendor-lock-in/

  8. Grupo que visa dar suporte a alunos/as do curso de ciência da computação no que diz respeito a tópicos de segurança da informação.

 
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from Freddy's Ramblings

Email has been discussed a lot lately. Perhaps it's because we all rely on it more during this period of lockdown. Maybe it's due to Hey being released? Or are we all realising that email is an old technology and we need to move on? Whatever the reason may be, people are talking about email; heres my take on it.

To start we should figure out what email is. According to Wikipedia:

Electronic mail (email or e-mail) is a method of exchanging messages (“mail”) between people using electronic devices.

Now that the definition is out of the way, what problems are there? In his article, Kev Quirk suggests three main aspects that I am going to focus on:

Spam

Privacy

Workflow management

Spam

Spam is a problem that exists on every communication platform. The supposed issue is that the amount of spam is greater on email than on other platforms. As we have established, email is just an electronic version of mail. Just like mail, email is susceptible to spam, and even with filters some will always slip through.

However, there are ways to prevent this. Email cloaking services protect your personal email being given away when you sign up for something. You can use spamgourmet or a disposable email services when signing up for online accounts anywhere that you don’t trust. Similarly, you can use an email client like Thunderbird which has additional spam filters built in. As Kev mentioned, you can also train your spam filter to make it better at identifying what is and isn't spam.

Privacy

While some providers allow you to sign up anonymously on Tor, email will never be private. It will also never be as secure as platforms like Signal or Briar. You can improve the privacy of emails by encrypting their contents or using a provider that encrypts account data at rest. Email is not private and shouldn't be treated as such. Instant messaging is more secure and private than email, but email still has many benefits.

Workflow management

Everyone uses email differently. Your children might use email to submit their homework; while you might receive emails about your next meeting. I may use an encrypted email provider; you may use Gmail. I may use an email client; you might use webmail. You may prioritise ease of use over security; I might not. It doesn't matter. For this reason workflow management is a very subjective matter and hence its not for me to say whether email has got this right or wrong. Everyone has a different situation, so making generalised statements doesn't achieve anything.

Because of its decentralised nature, email allows for large amounts of flexibility. When it comes to workflow, you can customise email for your needs. If you developer wanting to use email with git you can use aerc. If you are concerned about privacy you can use a privacy respecting email provider. If simplicity is all you are after then Gmail or Outlook might be worth a look. If you want to shake things up a little then try Hey.

A few other points

Email is a very good way of getting important updates to people. Its relatively fast and efficient, and doesn't rely on people creating new accounts (like on a forum). It probably isn't the best discussion platform because it wasn't what email was intended for.

While NeoMutt is great for mailing lists, I wouldn't recommend it for most people. This brings us back to the customisation that email allows for, because everyone is viewing the message differently, you shouldn't optimise it for one client.

Conclusion

Email is the most widely used, decentralised online platform. There is no correct way to do email. That's a part of its beauty. It's also incredible that products created in the 1960's are still in active use today. It would be futile to try and replace email, and although it has its problems, it is certainly not broken.


I’m publishing this as part of 100 Days To Offload. You can join in yourself by visiting https://100daystooffload.com

#100DaysToOffload – Day 19/100

 
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from Shepaconoid PL

Używaj Briar zamiast messengera Używaj Signal zamiast WhatsApp'a Używaj NewPipe lub invidio.us do oglądania youtuba Używaj bitwarden do przechowywania haseł oraz nie używaj jednego hasła w kilku miejscach

 
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