Série os malas — Maurício Reis, o picareta que veio de fora

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Maurício Reis Fugindo de cidade em cidade, Maurício Reis chegou a Bom Despacho. Expulso de Iguatama, Arcos e de todos os lugares por onde passou, parou nesta curva de rio chamada Bom Despacho. Aqui, vive de aplicar alguns pequenos e grandes trambiques. Segundo Haroldo Queiroz ele vive também de explorar a própria mulher, que é pessoa trabalhadora. (Clique aqui e ouça o que Haroldo disse).

O maior trambique da vida dele se chama Rádio Cidade, ou Fundação Nossa Senhora Aparecida. Os documentos dizem que a rádio é uma fundação, mas ela é usada, abusada e explorada pelo Maurício Reis como propriedade particular sua.

No passado Maurício Reis e Haroldo Queiroz foram amigos. Tramaram coisas juntos. Mas, numa certa altura, se desentenderam. O estilo fanfarrão e irresponsável que ambos têm, e a vontade de meter a mão no alheio que os dois cultivam, não permitaram que se dessem bem. Cada um queria a maior parte para si.

A gravação abaixo mostra um diálogo entre os dois. Língua chula, os dois dominam e usam bem. Sujos, um conhece os do outro. É o tal negócio: ladrão que rouba ladrão...

O melhor mesmo é ouvir a gravação. Mas cuidado: tire os menores de perto. O assunto é cabeludo e envolve traição nos negócios, traição no casamento e muito mais.

Parece que a ideia de criar uma rádio clandestina foi mesmo do Acir Parreiras, cupincha do Haroldo. Mas eles se esqueceram que o Maurício Reis estava por perto e ele ó... pegou a rádio só para ele. Esta história deliciosa e pecaminosa de ladrão que rouba ladrão está resumida neste diálogo pouco edificante entre Maurício Reis e Haroldo Queiroz. Clique aqui, ouça a gravação e tire suas próprias conclusões.


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