Os Malas

Candidatos (involuntários) a mala sem alça de Bom Despacho

Série os malas – Cláudio Boca Preta, fofoqueiro do WhatsApp

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Cláudio Boca PretaCláudio Boca Preta compete com Agostinho Santos a posição de mala mais desempregado de Bom Despacho. Não trabalha. Vive de bicos. Costuma fazer de conta que é advogado para arrancar um dinheirinho de viúvas que precisam receber pensões no INSS.

Quando não está à espreita delas, está pelas ruas fofocando. Agora, se não estiver nas ruas fofocando, está em casa, agarrando no WhatsApp e falando mal da vida das pessoas.

Também como Agostinho Santos, mal consegue desenhar um O com o fundo de um copo, mas fala como se soubesse muito de tudo. Dá pena, porque para falar tanto e tantas besteiras, tem que usar os cotovelos e partes menos nobres como órgãos fonadores.

Para Cláudio Boca Preta, não importa se o ano tem eleições ou não, ele está sempre em atividade máxima, cuidando da vida alheia. Por isto, quem quer espalhar qualquer boato, já sabe: conta para o Cláudio. Num piscar de olhos, a cidade inteira já saberá.

É por causa desta habilidade inesgotável e inigualável de fazer fofoca, meter-se na vida de todos, e de falar pelos cotovelos que Cláudio Boca Preta concorre ao título de Maior Mala de Bom Despacho. Vote aqui

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Série os malas – Mozart Fosquete, o Chantecler Legorne

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Mozart FosqueteMozart Fosquete prefere ser chamado de Professor Mozart. Assim seja, porque professor ele é. Bestalhão, vaidoso e prepotente, mas professor. Já lecionou em universidades, mas o seu forte foram os cursinhos para concurseiros.

Depois de muitas décadas de prática, decorou todas as suas aulas. Até as piadas machistas e de gosto mais do que duvidoso que ele solta em aula (um horror de machismo e exibicionismo!)

Além de mala genuino, com direito a reconhecimento e diploma, goza do privilégio de ser amigo íntimo do Bode. Nas eleições de 2016 foi o maior financiador da campanha dele.

Quando era secretário de administração no governo Geraldo Simão, arranjou para sua mulher um emprego na prefeitura. Depois, deu um jeito de mandá-la para trabalhar no fórum. Lá ela só tinha que comparecer por três horas para fazer o que ninguém nunca soube o quê.

Nas eleições de 2016 Mozart Fosquete foi o maior financiador da campanha do seu amigo Bode (Veja aqui o perfil de Haroldo Queiroz). Clique aqui para saber como manter seu anonimato na Internet

Série os malas – Agostinho Santos, o gigolô de prefeitura

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Agostinho SantosAgostinho Santos é um soberbo mala sem alça. Como é comum entre os malas, não tem emprego. Não trabalhada. É um gigolô de mulher. Quando seu mestre e chefe de sua gangue, Haroldo Queiroz, está no comando do bando na prefeitura Agostinho consegue uma sinecura. Continua desocupado e com muito tempo para usar sua língua enorme, mas sempre sobra um jabá para ajudar em casa.

Agostinho mal sabe desenhar um O com o fundo de um copo, mas isto não impede de conseguir sua sinecura logo na Secretaria de Educação. Talvez por isto ache que é jornalista (por favor, seja educado e segure o riso).

Como neste momento o chefe da gangue está desempregado, ele também está desempregado. Como não sabe trabalhar e como ninguém o contrata como jornalista (que piada!) ele tem que exercer sua antiga e eterna profissão de gigolô. Ou seja, viver às custas da mulher, que é trabalhadora. Ela trabalha e leva o pão para casa. Enquanto isto, Agostinho Santos perambula pela cidade e faz fofocas no WhatsApp.

Em ano eleitoral ele se agita. Se mete em tudo, dá palpite errado, quer mostrar para todos que é ele quem define a eleição. Faz campanha para o chefe da gangue, o Bode. O único problema é que a campanha dele funciona ao contrário. Ele é o verdadeiro desmancha rodinha. Onde chega, todos vão saindo.

https://write.privacytools.io/os-malas/Por todos os seus atributos, Agostinho Santos é um bem qualificado candidato a Maior Mala Sem Alça de Bom Despacho. Quer você concorde, quer não concorde, vote aqui para escolher seu mala preferido.

Série os malas — Maurício Reis, o picareta que veio de fora

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Maurício Reis Fugindo de cidade em cidade, Maurício Reis chegou a Bom Despacho. Expulso de Iguatama, Arcos e de todos os lugares por onde passou, parou nesta curva de rio chamada Bom Despacho. Aqui, vive de aplicar alguns pequenos e grandes trambiques. Segundo Haroldo Queiroz ele vive também de explorar a própria mulher, que é pessoa trabalhadora. (Clique aqui e ouça o que Haroldo disse).

O maior trambique da vida dele se chama Rádio Cidade, ou Fundação Nossa Senhora Aparecida. Os documentos dizem que a rádio é uma fundação, mas ela é usada, abusada e explorada pelo Maurício Reis como propriedade particular sua.

No passado Maurício Reis e Haroldo Queiroz foram amigos. Tramaram coisas juntos. Mas, numa certa altura, se desentenderam. O estilo fanfarrão e irresponsável que ambos têm, e a vontade de meter a mão no alheio que os dois cultivam, não permitaram que se dessem bem. Cada um queria a maior parte para si.

A gravação abaixo mostra um diálogo entre os dois. Língua chula, os dois dominam e usam bem. Sujos, um conhece os do outro. É o tal negócio: ladrão que rouba ladrão...

O melhor mesmo é ouvir a gravação. Mas cuidado: tire os menores de perto. O assunto é cabeludo e envolve traição nos negócios, traição no casamento e muito mais.

Parece que a ideia de criar uma rádio clandestina foi mesmo do Acir Parreiras, cupincha do Haroldo. Mas eles se esqueceram que o Maurício Reis estava por perto e ele ó... pegou a rádio só para ele. Esta história deliciosa e pecaminosa de ladrão que rouba ladrão está resumida neste diálogo pouco edificante entre Maurício Reis e Haroldo Queiroz. Clique aqui, ouça a gravação e tire suas próprias conclusões.


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