Haroldo Queiroz, o ladrão cria da casa

Vote no seu mala preferido.

Veja aqui por que Haroldo não pode ser candidato CoringaSe Maurício Reis chegou aqui expulso de Iguatama e de Arcos, o caso de Haroldo Queiroz é diferente. Ele é cria da casa. Nasceu e cresceu em Bom Despacho. Não vou dizer que foi criado, pois até hoje é um moleque. Apesar de ter nascido de família abastada e com alguma educação, ele se tornou um sujeito grosso e falido. Muito mal educado. Sinal de que não foi capaz nem de absorver a educação que deve ter recebido em casa e nem de aprender a cuidar do dinheiro que lhe caiu nas mãos por causa da família ou por causa da roubalheira mesmo.

Jogador inveterado

CoringaHaroldo Queiroz tem muitos vícios, mas dois se destacam: o vício de roubar e o vício de jogar cartas. Na verdade, um sustenta o outro. O dinheiro que ele rouba de Prefeitura e de cidadãos inocentes, ele perde no jogo. O dinheiro que ele perde no jogo, tem que roubar de algum lugar para pagar e continuar jogando.

Ladrão de carteirinha

MetralhasO eleitor brasileiro sempre deve uma inclinação para votar em ladrões. Em São Paulo, Ademar de Barros lançou o seu famoso slogan rouba mas faz que o elegeu tantas vezes. Maluf roubou tanto que deu origem até ao verbo malufar, mas sempre foi eleito e reeleito. Em Bom Despacho, o orgulhoso herdeiro do slogan do rouba mas faz e o proprietário do verbo malufar é o Haroldo Queiroz. Sua tropa de choque, os gafanhotos e os malas que o acompanham não escondem isto. Aliás, se orgulham disto.

Esta aliança entre ladrões e eleitores simplórios parece estar no DNA do brasileiro.

Neste Concurso de malas, Haroldo Queiroz está fora, pois ocupa tal posição de destaque que não precisa mais de reconhecimento. Mas a mulher dele, Cessão Queiroz, está concorrendo e vai bem.


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